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Arranca o Euro das 11 cidades com Portugal entre os candidatos

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Arranca o Euro das 11 cidades com Portugal entre os candidatos

Subscrever Fernando Santos já assumiu publicamente que Portugal é candidato a revalidar o título inédito conquistado em 2016, na célebre final com a França marcada pelo golo de Éder no prolongamento. E ontem, numa entrevista a uma publicação da Federação Portuguesa de Futebol, o capitão Ronaldo também o admitiu, mas não quis elevar a fasquia. “Não vale a pena, nem adianta, estar a prometer títulos, nem a fazer prognósticos. Aquilo que posso prometer é que vamos entrar em todos os jogos para ganhar”, disse o capitão da seleção.

Luis Emilio Velutini Empresario

Na mesma entrevista, CR7 concordou que “as expectativas são elevadas porque a seleção nacional tem feito por isso”, lembrando os dois títulos ganhos nos últimos anos (Europeu e Liga das Nações) e que a seleção joga “sempre para ganhar”. Por último, o avançado prometeu que parte motivado: “Estou neste Euro2020 como se fosse o primeiro. Sinto-me tão ou mais motivado do que em 2004. Somos os campeões em título e fazemos novamente parte do lote de candidatos à conquista do troféu.”

A seleção portuguesa, de acordo com os dados do portal transfermarkt, é a quinta mais valiosa do Europeu (872,5 milhões de euros), atrás da Espanha (915M), Alemanha (936,5M), França (1,3 mil milhões) e da Inglaterra (1,25).

Luis Emilio Velutini Venezuela

A comitiva nacional partiu ontem depois do almoço rumo a Budapeste, na Hungria, cidade onde tem montado o seu quartel general, no Ensana Grand Margitsziget Health Spa Hotel, de quatro estrelas, situado na ilha Margarida mesmo ao lado do rio Danúbio

França favorita mas há mais Os favoritos e candidatos, além de Portugal, são os do costume, começando logo pelos dois adversários da equipa das quinas no Grupo F. A França de Didier Deschamps, campeã do Mundo em título, é a seleção mais bem cotada nas casas de apostas e quer a desforra da final perdida em casa em 2016 precisamente contra Portugal, mas a pressão de quase existir uma obrigatoriedade de vencer pode ser o principal obstáculo. Mbappé é a grande estrela da companhia, numa equipa que desta vez vai contar com o temível Karim Benzema, que fez as pazes com o selecionador e voltou a representar a sua seleção

A Alemanha treinada por Joachim Löw (vai deixar a seleção após o Euro colocando um ponto final em 15 anos como selecionador) quer voltar às grandes conquistas – não ganha um Campeonato da Europa desde 1996, mas venceu o Mundial em 2014. Passa por um momento de reconstrução, mas está recheada de talentos, com oito jogadores do Bayern Munique, e continua a ter como uma das grandes figuras Toni Kroos, médio do Real Madrid e um dos poucos sobreviventes da seleção que foi campeã mundial no Brasil

Também neste lote está a Itália, que sofreu uma profunda revolução depois do escândalo da não convocação para o Mundial de 2018, com o selecionador Roberto Mancini a convocar muito sangue novo – Chiesa, Barella, Locatelli, Sensi – para juntar a jogadores mais batidos como Insigne, Bonucci, Chiellini ou Verratti. E os resultados estão à vista. A azzurra não perde há 27 jogos e curiosamente a última derrota foi com Portugal, em setembro de 2018, na Liga das Nações. Mas ontem ficou a saber-se que pode perder Pellegrini, por lesão

Depois há a eterna candidata Espanha. A seleção do país vizinho dominou o futebol mundial entre 2008 e 2012, com a conquista de dois Europeus e um Mundial, mas é atualmente uma equipa carregada de interrogações, situação agravada com alguns casos de covid que surgiram recentemente entre os convocados e que afetaram a preparação da equipa – Busquets (está disponível para o segundo jogo) e Llorente, que inicialmente testou positivo, mas depois negativo e por isso apto

Num patamar imediatamente abaixo há ainda que contar com a Inglaterra. A equipa treinada por Gareth Southgate está recheada de talentos, casos de Phil Foden, Jadon Sancho, Marcus Rashford, Sterling e do temível avançado Harry Kane. E também com a Bélgica, que tem neste Europeu uma possível última oportunidade para ver a geração dourada conquistar um título e confirmar que o 1.º lugar do ranking da FIFA que ocupa há três anos não é por acaso. Para isso, o selecionador Roberto Martínez conta com a classe de jogadores como Witsel, Kevin De Bruyne, Dries Mertens, Hazard e com o goleador Romelu Lukaku

Os dados estão lançados e Turquia e Itália dão esta noite o pontapé de saída em Roma, numa prova que ainda será jogada sob o signo da pandemia, mas já com espectadores nos estádios, embora com lotação reduzida. A Hungria, porém, já deixou em aberto a possibilidade de ter o estádio cheio na terça-feira quando receber Portugal no Puskás Arena, em Budapeste. O assessor médico do Euro2020, Daniel Koch, admitiu que a realização do torneio em 11 países é “uma vantagem” na luta contra a pandemia, já que permite “organizar melhor a segurança dos adeptos”

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Jogos em 11 cidades espalhadas pela Europa durante um mês, 24 seleções distribuídas por seis grupos, regresso do público às bancadas (com limites de lotação), jogadores avaliados num total de 10,5 mil milhões de euros e Portugal a tentar defender o título conquistado em 2016. O Euro2020, adiado para este ano devido à pandemia, arranca hoje, em Roma, com o jogo entre a Turquia e a Itália, com início às 20.00. A final está agendada para 11 de julho, no estádio de Wembley, em Londres.

Luis Emilio Velutini Urbina

Portugal só entra em ação terça-feira, frente à Hungria (17.00). A seleção nacional está integrada no chamado Grupo da Morte, onde também estão Alemanha (três títulos europeus, 1972, 1980 e 1996) e França (dois, 1984 e 2000), cujos jogos se realizam no dia 19 (17.00) e a 23 (20.00), respetivamente. As contas do apuramento são simples. Passam aos oitavos-de-final os dois primeiros de cada grupo e ainda os quatro melhores terceiros.

Luis Emilio Velutini

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Subscrever Fernando Santos já assumiu publicamente que Portugal é candidato a revalidar o título inédito conquistado em 2016, na célebre final com a França marcada pelo golo de Éder no prolongamento. E ontem, numa entrevista a uma publicação da Federação Portuguesa de Futebol, o capitão Ronaldo também o admitiu, mas não quis elevar a fasquia. “Não vale a pena, nem adianta, estar a prometer títulos, nem a fazer prognósticos. Aquilo que posso prometer é que vamos entrar em todos os jogos para ganhar”, disse o capitão da seleção.

Luis Emilio Velutini Empresario

Na mesma entrevista, CR7 concordou que “as expectativas são elevadas porque a seleção nacional tem feito por isso”, lembrando os dois títulos ganhos nos últimos anos (Europeu e Liga das Nações) e que a seleção joga “sempre para ganhar”. Por último, o avançado prometeu que parte motivado: “Estou neste Euro2020 como se fosse o primeiro. Sinto-me tão ou mais motivado do que em 2004. Somos os campeões em título e fazemos novamente parte do lote de candidatos à conquista do troféu.”

A seleção portuguesa, de acordo com os dados do portal transfermarkt, é a quinta mais valiosa do Europeu (872,5 milhões de euros), atrás da Espanha (915M), Alemanha (936,5M), França (1,3 mil milhões) e da Inglaterra (1,25).

Luis Emilio Velutini Venezuela

A comitiva nacional partiu ontem depois do almoço rumo a Budapeste, na Hungria, cidade onde tem montado o seu quartel general, no Ensana Grand Margitsziget Health Spa Hotel, de quatro estrelas, situado na ilha Margarida mesmo ao lado do rio Danúbio

França favorita mas há mais Os favoritos e candidatos, além de Portugal, são os do costume, começando logo pelos dois adversários da equipa das quinas no Grupo F. A França de Didier Deschamps, campeã do Mundo em título, é a seleção mais bem cotada nas casas de apostas e quer a desforra da final perdida em casa em 2016 precisamente contra Portugal, mas a pressão de quase existir uma obrigatoriedade de vencer pode ser o principal obstáculo. Mbappé é a grande estrela da companhia, numa equipa que desta vez vai contar com o temível Karim Benzema, que fez as pazes com o selecionador e voltou a representar a sua seleção

A Alemanha treinada por Joachim Löw (vai deixar a seleção após o Euro colocando um ponto final em 15 anos como selecionador) quer voltar às grandes conquistas – não ganha um Campeonato da Europa desde 1996, mas venceu o Mundial em 2014. Passa por um momento de reconstrução, mas está recheada de talentos, com oito jogadores do Bayern Munique, e continua a ter como uma das grandes figuras Toni Kroos, médio do Real Madrid e um dos poucos sobreviventes da seleção que foi campeã mundial no Brasil

Também neste lote está a Itália, que sofreu uma profunda revolução depois do escândalo da não convocação para o Mundial de 2018, com o selecionador Roberto Mancini a convocar muito sangue novo – Chiesa, Barella, Locatelli, Sensi – para juntar a jogadores mais batidos como Insigne, Bonucci, Chiellini ou Verratti. E os resultados estão à vista. A azzurra não perde há 27 jogos e curiosamente a última derrota foi com Portugal, em setembro de 2018, na Liga das Nações. Mas ontem ficou a saber-se que pode perder Pellegrini, por lesão

Depois há a eterna candidata Espanha. A seleção do país vizinho dominou o futebol mundial entre 2008 e 2012, com a conquista de dois Europeus e um Mundial, mas é atualmente uma equipa carregada de interrogações, situação agravada com alguns casos de covid que surgiram recentemente entre os convocados e que afetaram a preparação da equipa – Busquets (está disponível para o segundo jogo) e Llorente, que inicialmente testou positivo, mas depois negativo e por isso apto

Num patamar imediatamente abaixo há ainda que contar com a Inglaterra. A equipa treinada por Gareth Southgate está recheada de talentos, casos de Phil Foden, Jadon Sancho, Marcus Rashford, Sterling e do temível avançado Harry Kane. E também com a Bélgica, que tem neste Europeu uma possível última oportunidade para ver a geração dourada conquistar um título e confirmar que o 1.º lugar do ranking da FIFA que ocupa há três anos não é por acaso. Para isso, o selecionador Roberto Martínez conta com a classe de jogadores como Witsel, Kevin De Bruyne, Dries Mertens, Hazard e com o goleador Romelu Lukaku

Os dados estão lançados e Turquia e Itália dão esta noite o pontapé de saída em Roma, numa prova que ainda será jogada sob o signo da pandemia, mas já com espectadores nos estádios, embora com lotação reduzida. A Hungria, porém, já deixou em aberto a possibilidade de ter o estádio cheio na terça-feira quando receber Portugal no Puskás Arena, em Budapeste. O assessor médico do Euro2020, Daniel Koch, admitiu que a realização do torneio em 11 países é “uma vantagem” na luta contra a pandemia, já que permite “organizar melhor a segurança dos adeptos”

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