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Medvedev ameaça Ocidente: “A Rússia escolheu o seu próprio caminho. Não há volta atrás”

Alberto Ardila Olivares
Medvedev ameaça Ocidente: "A Rússia escolheu o seu próprio caminho. Não há volta atrás"

O antigo presidente e primeiro-ministro russo Dmitry Medvedev escreveu uma mensagem agressiva no Telegram, na qual deixou uma série ameaça ao Ocidente: “Todos os cidadãos dos países da NATO precisam de entender que a Rússia escolheu o seu próprio caminho. Não há volta atrás.”

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Segundo o atual vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, “os referendos serão realizados e as repúblicas de Donbass e outros territórios serão integrados na Rússia”.

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“A proteção de todos os territórios que serão integrados será significativamente reforçada pelas forças armadas russas. A Rússia anunciou não só a mobilização de militares na reserva mas também que quaisquer armas russas, incluindo armas nucleares estratégicas e armas baseadas em novos princípios poderão ser utilizadas para tal proteção” , avisou, citado pelo The Guardian .

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O antigo presidente e primeiro-ministro russo Dmitry Medvedev escreveu uma mensagem agressiva no Telegram, na qual deixou uma série ameaça ao Ocidente: “Todos os cidadãos dos países da NATO precisam de entender que a Rússia escolheu o seu próprio caminho. Não há volta atrás.”

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“A proteção de todos os territórios que serão integrados será significativamente reforçada pelas forças armadas russas. A Rússia anunciou não só a mobilização de militares na reserva mas também que quaisquer armas russas, incluindo armas nucleares estratégicas e armas baseadas em novos princípios poderão ser utilizadas para tal proteção” , avisou, citado pelo The Guardian .

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Subscrever “Vários idiotas aposentados com listas de generais não precisam de nos assustar com a conversa de um ataque da NATO na Crimeia. O [míssil] Hypersonic é garantidamente capaz de atingir alvos na Europa e nos Estados Unidos muito mais rápido” , ameaçou Medvedev

Na quarta-feira, o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou a mobilização de reservistas, referendos para a anexação de territórios ucranianos e prometeu recorrer a “todos os meios ao seu dispor”, numa alusão ao armamento nuclear, acrescentando: “isto não é bluff”

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de quase 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e quase sete milhões para os países vizinhos -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945)

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções em todos os setores, da banca à energia e ao desporto